segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A vida de Helen Adams Keller é a história de uma criança que aos dezoito meses de idade ficou cega e surda e de sua luta árdua e vitoriosa para se integrar na sociedade, tornando-se além de célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo trabalho incessante que desenvolveu para o bem estar das pessoas portadoras de deficiências.
Nasceu em 27 de junho de 1880 em Tuscumbia, Alabama, descendendo de família tradicional do Sul dos Estados Unidos. Seu pai, Capitão Arthur Keller, era homem de influência em sua comunidade, editor do Jornal “The Tuscumbia Alabamian” e foi nomeado Prefeito do Alabama do Norte em 1885.
Helen Keller perdeu subitamente a visão e a audição devido a uma doença que foi diagnosticada naquela época, como febre cerebral, sendo provável que tenha sido escarlatina. Passou os primeiros anos de sua infância sem orientação adequada que lhe permitisse desenvolver-se aprendendo sobre o mundo ao seu redor.
Alguns meses antes de Helen completar 7 anos de idade, Anne Sullivan, uma professora de vinte e um anos, foi morar em sua casa para ensiná-la. A chegada de Anne na casa de Helen deu-se no dia 3 do março de 1887.
A professora Anne Sullivan havia estudado na Escola Perkins para cegos (Perkins School for the Blind) pois, quando criança tinha sido cega, mas recuperou a visão através de nove operações. Sua indicação para ensinar Helen foi feita por Alexander Graham Bell, que havia sido procurado pelos pais de Helen. Desde essa época, professora e aluna, tornaram-se inseparáveis até a morte de Anne Sullivan em 1935.
Até a chegada da professora, Helen Keller ainda não falava e não compreendia o significado das coisas.
Anne Sullivan assumiu a tarefa de ensinar Helen e para isso necessitou de muita coragem e persistência. As alunas cegas da Escola Perkins fizeram-lhe uma boneca pare levar a Helen. o vestido dessa boneca foi feito por Laura Bridgman, primeira cega-surda educada na Perkins. Anne Sullivan iniciou seu trabalho com Helen utilizando a boneca e tentando relacionar o objeto à palavra através da soletração da palavra “BONECA” pelo alfabeto manual. Helen logo aprendeu a repetir as letras corretamente, mas não sabia que as palavras significavam coisas. Aprendeu através desse método, um tanto incompreensível para ela, a soletrar, com o uso das mãos, varias palavras.
No dia 5 do abril de 1887 Helen e sua professora estavam no quintal da casa, perto de um poço, bombeando água. A professora Sullivan colocou a mão de Helen na água fria e sobre a outra mão soletrou a palavra “água” primeiro vagarosamente, depois rapidamente. De repente, os sinais atingiram a consciência de Helen agora com um significado. Ela aprendeu que “água” significava algo frio e fresco que escorria entre suas mãos. A seguir, tocou a terra e pediu o nome daquilo e, ao anoitecer já havia relacionado trinta palavras a seus significados.
Este foi o começo da educação de Helen Keller. Numa sucessão rápida ela aprendeu os alfabetos braille e manual, facilitando assim, sua aprendizagem da escrita e leitura. Em 1890 ela surpreendeu a “Professora” (como chamava à Anne Sullivan) pedindo para aprender a falar. Helen Keller aprendeu a falar aos dez anos. “Eu tinha dez anos quando Annie *Annie é o tratamento familiar de Anne* me levou a primeira lição de linguagem falada em casa de Miss Sarah Fuller (Diretoria da Escola de Surdos Horace Mann). Os poucos sons que eu então produzia, eram ruídos inexpressivos, quase sempre roucos, pelo esforço que empregava para obtê-los. Pondo minha mão em seu rosto, para que eu sentisse a vibração de sua voz, Miss Fuller ia repetindo vagarosamente e muito claro, o som *ahm*, enquanto Miss Sullivan soletrava a palavra *ahm* na minha mão. Eu ia imitando como podia, conseguindo ao fim de algum tempo, articular o som a contento da mestra. Ao final de minha décima primeira lição, fiz uma surpresa para Annie, puxei-a pelo braço, coloquei a posição da língua e disse claramente: “EU NÃO SOU MAIS MUDA”.
Sob a orientação de Anne Sullivan, matriculou-se no Instituto Horace Mann para Surdos de Boston e depois na Escola Wright-Humason Oral de Nova Yorque onde, durante dois anos, recebeu lições de linguagem falada e de leitura pelos lábios.
Helen Keller além de aprender a ler, escrever e falar demonstrou, também, excepcional eficiência no estudo das disciplinas do currículo regular.
Quando pequena, Helen Keller costumava dizer: “Algum dia cursarei uma faculdade” e de fato cursou. E 1898 entrou na Escola Cambridge para Moças; em 1900, para a Universidade Radcliffe onde, em 1904, recebeu seu diploma de bacharel em filosofia. Durante seu período de estudante a professora Anne Sullivan foi sua orientadora constante transmitindo todas as aulas para Helen, através do alfabeto manual, encorajando-a e estimulando-a. Todos os livros de consulta que não existiam em braille eram laboriosamente soletrados nas mãos de Helen. Além das aulas da Universidade, Anne soletrava aulas de francês, latim e alemão.
Com a obtenção de seu grau de bacharel, acabaram-se os dias de educação formal de Helen. Todavia, através de toda sua vida, continuou a estudar e manter-se informada sobre todos os assuntos de importância para o mundo moderno. Em reconhecimento de sua capacidade e realizações acadêmicas, Helen Keller recebeu títulos e diplomas honorários das Universidades Temple e de Harward e das Universidades da Escócia (Glasgow)! Alemanha (Berlim), índia (Nova Delhi) e de Witwaterstrand (Johannesburg. África do Sul).
Em 1905 a professora Anne Sullivan casou-se com John A. Macy, eminente critico literário. O casamento não interrompeu o relacionamento de aluna e professora. Helen Keller foi morar com o casal que continuou auxiliando-a em seus estudos e outras atividades. Antes de se formar Helen Keller fez sua estréia na literatura escrevendo sua autobiografia “A História de Minha Vida”, publicada em 1902, e em seguida no jornalismo com uma serie de artigos no “Ladies Home Journal”. A partir dessa data não parou mais de escrever. Em seus trabalhos literários Helen usava a máquina de datilografia braille preparando os manuscritos e depois copiava-os numa máquina de datilografia comum.
Escreveu inúmeros artigos para revistas e alem da “História de Minha Vida”, escreveu vários livros entre os quais:
“Otimismo - um ensaio”
“A Canção do Muro de Pedra”
“O Mundo em que Vivo”
“Lutando Contra as Trevas” (Minha professora Anne Sullivan Macy).
“Minha Religião”
“Minha Vida de Mulher”
“Paz no Crepúsculo”
“Helen Keller na Escócia”
“O Diário de Helen Keller”
“Vamos ter Fé”
“Dedicação de Uma Vida”
“A Porta Aberta”
Seus livros foram transcritos em várias línguas. Em 1954, “A História de Minha Vida”, após cinqüenta anos de sua primeira publicação como livro, foi traduzido em cinqüenta línguas.
Poucos anos antes de sua morte, Mark Twain disse: “As duas personalidades mais interessantes do Século XIX são Napoleão e Helen Keller”.
William James escreveu sobre Helen Keller: “Mas o que quer que você tenha sido ou é, você é uma benção. Sou capaz de matar a quem disser que não”.
Esses sentimentos expressos por dois amigos de sua juventude foram partilhados durante anos por homens e mulheres famosos e proeminentes de todo o mundo, cuja amizade Helen Keller manteve.
Helen Keller recebeu numerosos prêmios de grande distinção. Em junho de 1952 foi feita Cavaleiro da Legião de Honra da França.
Em reconhecimento ao estimulo que seu exemplo e presença deram aos trabalhos para cegos nos paises que visitou, os governos do Brasil, Japão, Filipinas e Líbano conferiram-lhe, respectivamente, as seguintes condecorações: Ordem do Cruzeiro do Sul, do Tesouro Sagrado, do Coração de Ouro e Medalha de Ouro de Mérito.
Helen Keller recebeu também, o Prêmio Américas para a União Interamericana, o premio Medalha de Ouro do Instituto Nacional de Ciências Sociais e outros.
Tornou-se membro honorária de sociedades científicas e organizações filantrópicas dos cinco continentes.
No Qüinquagésimo aniversário de sua graduação, a Universidade Radcliffe outorgou-lhe o “Prêmio Destaque a Aluno”.
Uma grande honraria foi também concedida a Helen Keller, em 1954, quando seu local de nascimento, Ivy Green, em Tuscumbia, foi transformado em museu permanente. A cerimônia realizou-se em 7 de maio de 1954, com a presença de diretores da American Foundation for the Blind e de outras autoridades. Juntamente com esse acontecimento, realizou-se, também, a premier do filme biográfico de Helen Keller, “Os Inconquistados” o filme posteriormente recebeu novo titulo “Helen Keller e sua História”. Em 1955 esse filme ganhou o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, como o melhor documentário de longa metragem do ano.
Mais compensadoras do que as inúmeras honrarias que recebeu foram as relações de amizades que Helen Keller fez com a maioria das personalidades proeminentes de seu tempo. Eram algumas figuras famosas, de Grover Cleveland a Charlie Chaplin, de Nerhu a John F. Kennedy e outros como Katherine Corvell, Van Wyck Brooks, Alexander Graham Bell e Jo Davidson, aos quais ela considerava amigos.
Por mais diversos que fossem seus interesses, Helen Keller nunca esqueceu as necessidades das pessoas cegas e surdo-cegas. Desde sua juventude, sempre esteve disposta a trabalhar pelo seu bem estar comparecendo perante governos, dando conferências, escrevendo artigos e sobretudo, pelo exemplo pessoal do que uma pessoa severamente prejudicada pode alcançar.
Quando a American Foundation for the Blind, a instituição nacional para informação sobre cegueira, foi fundada em 1921, ela finalmente teve um efetivo instrumento nacional para dar vazão aos seus esforços. De 1924 até sua morte ela foi membro do “staff” da Foundation, servindo como conselheira em relações internacionais e nacionais. Foi também em 1924 que Helen Keller começou sua campanha para levantar o “Fundo Helen Keller” para a Foundation. Até a sua aposentadoria da vida pública, ela foi incansável em seus esforços para que esse Fundo tivesse os recursos necessários para garantir programas de educação e reabilitação de cegos e surdo-cegos.
De todas as suas contribuições para a Foundation, Helen Keller talvez sentisse mais orgulho de sua assistência na formação de um serviço especial para pessoas surdo-cegas, em 1946.
Helen Keller, porém, estava tão interessada no bem estar das pessoas cegas de outros países quanto aquelas do seu próprio país; as condições nas nações subdesenvolvidas e em guerra eram particularmente preocupantes. Sua participação ativa nessa Área de trabalho para os cegos começou em 1915, quando o Fundo Permanente de Ajuda aos Cegos de Guerra, posteriormente chamado - Imprensa Braille Americana - bi fundado. E foi membro de sua primeira junta de diretores.
Quando a Imprensa Braille Americana transformou-se na American Foundation for Overseas Blind (hoje Helen Keller International Incorporated) em 1946, Helen Keller foi eleita conselheira em relações internacionais. Foi então que ela começou suas viagens pelo mundo, em beneficio dos cegos, fato esse que a tornou bem conhecida em seus últimos anos de vida. Durante sete viagens entre 1946 e 1957, em visitou 35 paises em cinco continentes. Em 1953 Helen Keller esteve no Brasil a convite oficial do governo brasileiro e da Fundação para o Livro do Cego no Brasil. Realizou visitas e palestras no Rio de Janeiro e em São Paulo e seu exemplo estimulou e deu grande impulso à educação e à reabilitação de cegos no Brasil.
De 3 a 10 de maio, Helen Keller realizou um programa vasto de palestras, visitas e entrevistas ra cidade do Rio de Janeiro.
Visitou o Colégio Bennett para alunas brasileiras e americanas onde realizou palestras e visitou também o Instituto Benjamin Constant para Cegos onde recebeu carinhosas homenagens dos alunos e funcionários daquele Instituto. Esteve também em visita ao Palácio do Itamarati e ao Instituto Brasil Estados Unidos.
Helen Keller realizou inúmeras palestras no Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Instituto de Educação do Rio de Janeiro, na Escola de Filosofia da Universidade Nacional do Brasil e no Instituto da Universidade Nacional.
Foi homenageada pele Embaixador dos Estados Unidos no Brasil e recepcionada na Legião Brasileira de Assistência, onde recebeu o titulo de Membro Honorário dessa organização.
Helen Keller recebeu ainda homenagem de pessoas cegas do interior do Brasil que viajaram 400 milhas para vê-la e deu entrevistas a todos os órgãos da Imprensa.
Durante o período em que esteve em São Paulo, de 11 a 16 de maio de 1953, Helen Keller visitou:a Faculdade de Higiene e Saúde Pública do Universidade de São Paulo, Instituto Santa Terezinha para Crianças Surdas, Instituto para Cegos “Padre Chico” Federação de Cegos Laboriosos, Instituto de Educação “Caetano de Campos”, Instituto Butantã, Horto Florestal, Prédio do Banco do Estado, Orquidário do Estado, fez uma viagem a Santos e visitou uma fazenda de café.
Uma mesa redonda realizada com sua presença na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo deu erigem à criação, no SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), de um Serviço de Orientação e Colocação Profissional de Cegos que hoje já colocou nas indústrias de São Paulo grande número de deficientes da visão.
Realizou uma palestra no Hospital dos Clínicas, para doutores e estudantes dos Departamentos de Oftalmologia e Otorrinolaringologia. Nesta palestra onde estiveram presentes cerca de 550 pessoas, alguém perguntou a Helen Keller:
-- “O que você gostaria mais de ver, se Deus lhe desse visão por cinco minutos?” Helen Keller respondeu:
-- “As flores, o pôr do sol e o rosto de uma criança”.
Helen Keller foi recepcionada pelo então Governador de São Paulo, pela União Cultural Brasil-Estados Unidos e pela Fundação para o Livro do Cego no Brasil.
A Ultima homenagem que lhe foi prestada no Brasil realizou-se no Teatro de Cultura Artística com a presença de inúmeras pessoas, entre elas o Governador do Estado, professores de Faculdade e altas personalidades. Nessa ocasião foi criado o Comitê de assistência aos Cegos da Associação Pan-Americana de Oftalmologia e Helen Keller, juntamente com d. Dorina do Gouvea Nowill foram empossadas nos cargos de Presidente e Co-Presidente respectivamente.
Em 1955, quando tinha 75 anos, Helen Keller realizou mais uma de suas longas e árduas viagens, percorrendo 40.000 milhas, durante cinco meses, através da Ásia. Por onde viajou, sempre levou uma nova coragem para milhares de pessoas cegas e muitos dos esforços para melhorar as condições entre os cegos no mundo podem ser atribuídos diretamente as suas visitas.
Durante sua vida, Helen Keller viveu em vários lugares diferentes: Tuscumbia, Alabama; Cambridge e Wrentham, Massachusetts; Forest Hills, Nova Yorque, mas talvez sua residência favorita tenha sido a última, a casa em Westport, Connecticut, chamada “Arcan Ridge”, de estrutura branca, para onde se mudou, após a morte de Anne Sullivan. E foi “Arcan Ridge”, que ela chamou do lar pelo resto de sua vida. Após a morte da “Professora”, Polly Thomson, uma senhora escocesa que já vivia em casa de Helen Keller desde 1914, assumiu a tarefa de auxiliá-la em seu trabalho. Após a morte de Polly Thomson, em 1960, uma companheira e enfermeira, a Sra Winifred Corbally, assistiu-a até seu último dia.
Helen Keller fez suas ultima aparição em público num encontro do Lions Club de Washington, D.C. Nesse encontro ela recebeu o “Prêmio Humanitário Lions” por sua vida dedicada a servir a humanidade e por inspirar a adoção de programas de ajuda aos cegos e conservação da visão do Lions International. Durante sua viagem a Washington, foi recebida pelo Presidente Kennedy. Na ocasião, um repórter perguntou quantos presidentes havia conhecido e Helen Keller respondeu que não sabia quantos, mas que conheceu a todos desde Grover Cleveland.
Após 1961, Helen Keller viveu tranqüilamente em “Arcan Ridge”, onde recebia a família, amigos íntimos e membros da American Foundation for the Blind e da American Foundation for Overseas Blind (hoje Helen Keller International Incorporated). Passava a maior parte do seu tempo lendo. Seus livros favoritos foram a Bíblia e volumes de poesia e filosofia.
Apesar de seu afastamento da vida pública, Helen Keller não foi esquecida. Em 1964 recebeu a “Medalha Presidencial da Liberdade”, a maior honra de seu país.
Em 1965, foi uma das vinte eleitas para o Hall da Fama Feminina, na Feira Mundial de Nova Yorque. Helen Keller e Eleanor Roosevelt receberam a maioria dos votos entre as cem mulheres indicadas.
Helen Keller faleceu em 19 de junho de 1968, em “Arcan Ridge”, algumas semanas antes de completar 88 anos. Suas cinzas foram depositadas no lado das de Anne Sullivan Macy e Polly Thomson na Capela de São José, na Catedral de Washington. A cerimônia compareceram sua família e amigos, autoridades do governo, pessoas proeminentes de todos os setores e delegações da maioria das organizações para cegos e surdos.
No seu último adeus, o Senador Lister Hill, do Alabama, expressou os sentimentos de todo o mundo quando disse a respeito de Helen Keller:
- “Ela viverá; ela foi um dos poucos nomes, imortais, que não nasceu para morrer. Seu espírito perdurará enquanto o homem puder ler e história puderem ser contadas sobre a mulher que mostrou ao mundo que não existem limitações para a coragem e a fé”.
Helen Keller foi por si mesma uma grande obra de educação, pois dedicou sua vida ao trabalho para o bem estar das pessoas cegas e surdo-cegas, influenciando na criação de legislação e serviços especializados.
E por tudo isso ela foi chamada por seus amigos americanos “A primeira mulher de coragem do mundo”.
Os escritos e pensamentos de Helen Keller traduzem espírito de coragem e força de vontade.
Estas são algumas freses extraídas de suas obras:
“Não há melhor maneira de agradecer a Deus pela visão, do que dar ajuda a alguém que não a possui”.
“Se metade do dinheiro hoje gasto em curar cegueira, fosse utilizado em preveni-la, a sociedade ganharia em termos de economia sem mencionar considerações de felicidade para a humanidade”.
“Que toda criança cega tenha oportunidade de receber educação e todo adulto cego, uma oportunidade para treinamento e trabalho útil”,
“Quando uma porta de felicidade fecha-se, uma outra se abre; mas muitas vezes, nós olhamos tão demoradamente para a porta fechada que não podemos ver aquela que se abriu diante de nós”.
“É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a alegria de viver”.
“Não há barreiras que o ser humano não possa transpor”.
“Por muitos anos, não dispusemos de criada alguma, por falta de recursos. Aprendi a fazer tudo o que podia, para ajudar minha professora. Todas as manhãs, ela levava o marido de carro à estação, onde ele tomava o trem pata Boston, para depois se ocupar das compras. Eu tirava a mesa, lavava a louça e arrumava os quartos. Podiam estar clamando por mim montanhas de cartas, livros e artigos para escrever, mas, a casa era a casa, alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa estivesse cheia, enfim, ter em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família. Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos nas tarefas diárias de casa”.
FONTES DE CONSULTA
AMERICAN FOUNDATION FOR THE BLIND, INC. - Helen Keller ENCICLOPÉDIA SARSA - RJ/SP. Encyclopedia Britannica Editores Ltda, 1967
FUNDAQAO PARA O LIVRO DO CEGO NO BRASIL - Arquivos ENCICLOPÉDIA GLOBO - R.S., Globo, 1969 ENCICLOPCDIA OBJETIVA UNIVERSAL. SP/RJIPR, Expel Distribuição exclusiva, s/d
KELLER, Helen - Lutando contra as trevas. RJ, Fundo de Cultura, C. 1957.
Extraído do site: http://helenkeller1880.vilabol.uol.com.br/ em 31.01.11, às 10:29.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Lista de filósofos
Adorno, Theodor Wiesegrund (1903 - 1969)
Agrippa, Henricus - (1486 - 1534 ? 1535?)
Althusser, Louis - (1918 - 1990)
Anaxágoras - (499 - 428 a.C.)
Anaximandro - (610-547 a.C.)
Anaximenes - (588-524 a.C.)
Antístenes - (444 - 465 a.C.)
Ardigo, Roberto (1828-1920)
Arendt, Hanna - (1906- 1975)
Aristideses - (384- 322 a.C.)
Arquimedes - (287-212)
Arquitas de Tarento( V e IV a.C.}
Austin, John (1790-1859)
Austin, John - (1911 -1960)
Averróis - (1126 - 1198)
Bacharelard, Gaston - (1884-1962)
Bacon, Francis - (1561-1626)
Bacon, Roger - (1214-1292)
Bakunin, Mikhail - (1814-1876)
Barthes, Roland - (1915-1980)
Baudrillard - (1929-)
Bayle, Pierre - (1647-1706)
Beauvoir, Simone de - (1908-1986)
Becker, Oscar - (1889 - 1964)
Benjamin, Walter - (1892-1940)
Bergson, Henri - (1859-1941)
Berkeley, George - (1685-1753)
Boaventura, Simão - (1221-1274)
Bochenski - (1902-1995)
Boécio - (480-524)
Boehme, Jakob - (1575-1624)
Bolzano, Bernhard - (1781-1848)
Bruno, Giordano - (1548-1600)
Buber, Martin - (1878-1965)
Bunge, Mario - (1919 -)
Burke, Edmund - (1729-1797)
Cairns, William - (1780-1848)
Campanella, Tommaso - ( 1568-1639)
Camus, Albert - (1913-1960)
Carnap, Rudolf - (1891-1970)
Chaui, Marilena (1941 - )
Cassirer, Ernst - (1874-1945)
Chomsky, Noam - (1928 - )
Cícero (106-43 a.C.)
Cioran, Emile - (1911-1995)
Comte, Auguste - (1798-1857)
Condillac, Etienne Bonnot de - (1715-1780)
Condorcet, marquês de - (1743 1794)
Confucio - (551-479)
Cousin, Victor (1792-1867)
Crisipo - (c.280 205 a.C.)
D´Alembert, Jean - (1717 -1783)
Dante Alighieri - (1265 -1321)
Darwin, Charles - (1809 - 1882)
Degérando, Joseph Marie (1772-1842)
Deleuze, Gilles - (1925-1995)
Demócrito (c. 460 -c.370 a.C.)
Dennet, Daniel - (1942- )
Derrida, Jacques - (1930- )
Descartes, René - (1596-1650)
Dewey, John - (1859-1952)
Diderot, Denis - (1713-1784)
Dilthey, Wilhem - (1833-1911)
Diógenes, o Cínico - (c.400-c.325 a.C.)
Duns Scotus, João - (c.1265 -1308)
Durkheim, Emile - (1858-1917)
Eckhart, Johannes - 1260-1327
Einstein, Albert - (1879-1955)
Emerson, Ralph Waldo (1803-1882)
Engels, Friedrich - (1820-1895)
Epicteto (50-125 ou 130)
Epicuro - (341-270 a.C.)
Erasmo, Rotterdã - (c.1467 -1536)
Euclides - (c.450-c.380 a.C.)
Feuerbach, Ludwig - (1804-1872)
Fichte, Johann Gottlieb - (1762-1814)
Foucault, Michel - (1926-1984)
Fourier, Charles - (1772-1837)
Fraassen, Bas C. van - (1941-)
Frege, Gottlob - (1848-1925)
Freud, Sigmund - (1856-1939)
Gadamer, Hans-Georg - (1900 - 2002)
Galilei Galileo - (1564-1642)
Galluppi, Pasquale (1770-1846)
Gassendi, Pierre - (1592-1655)
Girard, René - (1923 - )
Gödel, Kurt - (1906-1978)
Goethe, Johann Wolfgang von - (1749-1832)
Gramsci, Antonio - (1891-1937)
Habermas, Jürgen - (1929 - )
Hayek, Friedrich August Von - (1889-1992)
Hans Albert (1921 - )
Hegel, Georg Friedrich - (1770-1831)
Heidegger, Martin - (1889-1976)
Heráclito - (séc. VI-V a.C)
Hobbes, Thomas - (1588-1679)
Holenstein, Elmar - (1939 - )
Horkheimer, Max - (1895-1973)
Humboldt, Wilhelm - (1767-1835)
Hume, David (1711 -1776)
Husserl, Edmund (1859-1938)
Huxley, Thomas Henry (1825-1895)
Hypatie - (370-415)
Jakobson, Roman - (1896-1982)
James, William - (1842-1910)
Jaspers, Karl - (1883-1969)
Jonas, Hans - (1903-1993)
Joyce, James - (1882-1941)
Jung, Carl Gustav - (1875-1961)
Kant, Immanuel - (1724-1804)
Kepler - (1571-1630)
Kierkegaard, Soren - (1813-1855)
Konink, Charles de - (1906-1965)
Kripke, Saul Aaron (1940 -)
Kristeva, Julia (1941-)
LaBrède
La Mettrie, Julien Offroy de (1709-1751)
Leibniz, Gottfried Wilhelm - (1646-1716)
Lenin, Vladmir - (1870-1924)
Levinas, Emmanuel (1905 - 1995)
Levy - Bruhl, Lucien -(1857-1939)
Locke, John (1632- 1704)
Lowith - (1897-1973)
Lucrécio (98- 55 a.C)
Luxemburgo, Rosa - (1871- 1919)
Lyotard. Jean François - (1924-)
Mach, Ernst (1838-1916)
Maimonides, Moisés - (1135 - 1204)
Maine de Biran - (1766 - 1824)
Malraux, André - (1901-1976)
Mao - Tsé - Tung - (1893 - 1976)
Maquiavel, Niccolò - (1469-1527 dC)
Marchesini, Giovanni (1868-1931)
Marco Aurélio - (121-180)
Marcuse, Herbet - (1898-1979)
Markovic, Svetozar (1846-1875)
Martí d'Eixalà, Ramón (1808-1857)
Martinak, Eduard (1859-1943)
Martineau, James (1805-1900)
Martinetti, Piero (1871-1943)
Marty, Anton (1847-1914)
Marx, Karl - (1818-1883)
Masaryk, Tomas Garrige (1850-1937)
Maupertius - (1698-1759)
Mauthner, Fritz (1849-1923)
Maxwell, James Clerk (1831-1879)
McCosh, James (1811-1894)
McDougall, William (1871-1938)
McTaggart, John McTaggart Ellis (1866-1925)
Mendel - (1823-1884)
Merleau - Ponty, Maurice - (1908-1961)
Mill, John Stuart - (1806-1873)
Montaigne, Michel de - (1533-1592)
Montesquieu, barão de - (1689-1755)
Moore, George - (1852-1933)
More, Thomas - (1478-1535)
Morgan, Augustus (1806-1871)
Morgan, C[onwy] Lloyd (1852-1936)
Mosca, Gaetano (1858-1941)
Munguía, Clemente (1810-1868)
Müller, Johannes (1801-1858)
Münsterberg, Hugo (1863-1916)
Nagel, Ernest - (1901-1985)
Natorp, Paul Gerhard (1854-1924)
Newman, John Henry (1801-1890)
Nietzsche, Friedrich - (1844-1900)
Nishi Amane (1829-1897)
Nishida, Kitaro (1870-1945)
Novalis - (1772 - 1801)
Occam, Guilherme de - (?1300 - 1350)
Oken, Lorenz (1779-1851)
Ollé-Laprune, Léon (1839-1898)
Opzoomer, Cornelis Willard (1821-1892)
Orestano, Francesco (1873-1945)
Ostwald, Wilhelm (1853-1932)
Otto, Rudolf (1869-1937)
Palágyi, Menyhért [Melchior] (1859-1924)
Paracelso - (1574 - 1637)
Pareto, Vilfredo (1848-1923)
Parmêmides - (?515 - ?450 a.C)
Pascal, Blaise - (1623-1662)
Pastore, Annibale (1868-1956)
Pauler, Akós von (1876-1933)
Paulsen, Friedrich (1846-1908)
Pavlov, Ivan Pétrovitch (1849-1936)
Payot, Jules (1859-1940)
Peano, Giuseppe (1858-1932)
Pearson, Karl (1857-1936)
Peirce, Charles - (1839-1914)
Péricles - (493-429 a. C)
Perry, Ralph Barton (1876-1957)
Petrarca (1304-1374)
Petronijevic, Branislav (1875-1954)
Petzoldt, Joseph (1862-1929)
Pfänder, Alexander (1870-1941)
Piaget, Jean - (1896-1980)
Pisarév, Dmitrí Ivanovich (1840-1868)
Pitágoras - (571-70 - 497-96 a.C.)
Plancks, Max [Karl Ernst Ludwig] (1858-1947)
Platão - (428-348 a.C.)
Plejanov, Georgii Valéntinovich (1856-1918)
Plotino - (205-270)
Poincaré, Henri (1854-1912)
Popper, Karl - (1902 - 1994)Pradines, Maurice (1874-1958)
Prantl, Karl (1820-1888)
Prichard, H[arold] A[rthur] (1871-1947)
Proudhon, Pierre Joseph - (1809-1865)
Ptolomeu - (100 - 170)
Putnam, Hilary - (1926-)
Quine, Willard van Orman - (1908-2000)
Radulescu-Motru, Constantin (1868-1954)
Rauh, Fredéric (1861-1909)
Ravaisson, Félix (Félix Ravaisson-Mollien (1813-1900)
Rawls - (1921-)
Read, Carveth (1848-1931)
Rehmke, Johannes (1848-1930)
Reinach - (1883-1917)
Reininger, Robert (1869-1955)
Renan, Ernest [Joseph] (1823-1892)
Renouvier, Charles (1815-1903)
Rensi, Giuseppe (1871-1941)
Rey y Heredia, José María (1818-1861)
Rey, Abel (1873-1940)
Reymond, Arnold (1874-1958)
Ribot, Théodule [Armand] (1839-1916)
Rickert, Heinrich (1863-1936)
Ricouer, Paul - (1913-)
Riehl, Alois (1844-1924)
Riemann, Georg Friedrich Bernhard (1826-1866)
Rignano, Eugenio (1870-1930)
Rilke, Rainer Maria - (1875-1926)
Ritschl, Albrecht (1822-1889)
Romanes, George John (1848-1894)
Romero, Silvio - (1851-1914)
Rosenkranz, Johann Karl Friedrich (1805-1879)
Rosmini-Serbati, Antonio (1797-1855)
Ross, William David (1877-1971)
Rousseau, Jean-Jacques - (1712-1788)
Royce, Josiah (1855-1916)
Ruge, Arnold (1802-1880)
Runze, Georg (1852-1922)
Russel, Bertrand - (1872-1970)
Sabatier, Auguste (1839-1901)
Sahlin, Carl Yngve (1824-1917)
Saisset, Émile-Edmond (1814-1863)
Sanseverino, Gaetano (1811-1865)
Santayana, George (1863-1952)
Santo Agostinho - (354-430)
Santo Anselmo - (1033-1109)
Sanz del Río, Julián (1814-1869)
São Tomás de Aquino - (1225-1274)
Sartre, Jean-Paul - (1905-1980)
Saussure - (1857-1913)
Savigny, Friedrich (1779-1861)
Scheler, Max [Ferdinand] (1874-1928)
Schell, Hermann (1850-1906)
Schelling, Friedrich - (1775-1854)
Schiller - (1759-1805)
Schleiermacher - (1768 - 1834)
Schilik, Moritz - (1882-1936)
Schopenhauer, Arthur - (1788-1860)
Schröder, Ernst (1841-1902)
Schubert-Soldern, Richard von (1852-1935)
Schumpeter, Joseph - (1883 - 1950)
Schuppe [Ernst Julius], Wilhelm (1836-1913)
Schwarz, Hermann (1864-1951)
Schweitzer, Albert (1875-1965)
Searle, John - (1932- )
Secrétan, Charles (1815-1895)
Sêneca - (4 av J.C. - 65)
Serres, Michel (1930 - )
Sertillanges, A[ntoine]-D[almace] [Gilbert] (1863-1948)
Sheldon, W[ilmon] H[enry] (1875-1981)
Sidgwick, Alfred (1850-1943)
Sidgwick, Henry (1838-1900)
Sigwart, Christoph (1830-1904)
Simmel, Georg (1858-1918)
Simon, Jules (Jules François Simon Suisse) (1814-1896)
Singer, Jr., Edgar Arthur (1873-1955)
Smetana, Augustin (1814-1851)
Smith, Adam - (1723-1790)
Sócrates - (469-399 a.C.)
Solger, Karl Wilhelm Ferdinand (1780-1832)
Soloviev, Vladimir (1853-1900)
Sombart, Werner (1863-1941)
Sorel, Georges (1847-1922)
Spaventa, Bertrando (1817-1883)
Spinoza, Baruch - (1632-1677)
Spir, African (1837-1890)
Stálin, Josef (1879-1953)
Stallo, John Bernhard (1823-1900)
Stammler, Rudolf (1856-1938)
Steffens, Henrik (1773-1845)
Stein, Karl Heinrich von (1857-1887)
Stein, Lorenz Jacob von (1815-1890)
Steinthal, Heymann [Heinrich] (1823-1899)
Stephen, Leslie (1832-1904)
Stephen, Leslie (1832-1904)
Stern, William (1871-1938)
Stirling, James Hutchison (1820-1909)
Stirner, Max (1806-1856)
Stout, George Frederick (1860-1944)
Strauss, David Friedrich (1808-1874)
Strümpell, Ludwig (1812-1899)
Stumpf, Carl (1848-1936)
Tales de Mileto - (640-c-548 a.C)
Taine, Hyppolite A. (1828-1893)
Tanabe, Hajime (1885 - 1962)
Taparelli D'azeglio, Luigi (1792-1862)
Tarde, Gabriel (1843-1904)
Tarozzi, Giuseppe (1866-1958)
Tarski, Alfred - (1902-1983)
Taylor, A[Ifred] E[dward] (1869-1945)
Teilhard de Chardin, Pierre - (1881-1955)
Tertuliani - (c.155-c.222)
Tiberghien, Guillaume (1819-1901)
Titchener, E[duard] B[radford] (1867-1927)
Tocqueville, Alexis de (1805 - 1859)
Tolstoi, Conde Leo Nikolaévitch (1828-1910)
Tommasi, Salvatore (1813-1888)
Tonquédec, Joseph de (1868-1962)
Troeltsch, Ernst (1865-1923)
Trotsky, Leon - (1879-1940)
Turing, Alan - (1912-1954)
Turró, Ramón (1854-1926)
Twardowski, Kazimierz (1866-1938)
Twesten, August Dtlev (1789-1876)
Tyndall, John (1820-1893)
Tyrrell, George (1861-1909)
Tönnies, Ferdinand (1855-1936)
Ueberweg, Friedrich (1826-1871)
Uexküll, Jakob von (1864-1944)
Ulrici, Hermann (1806-1884)
Unamuno [y Jugo], Miguel de (1864-1936)
Urban, Wilbur Marshall (1873-1952)
Urráburu, José (1844-1904)
Usener, Hermann (1834-1905)
Vacherot, Étienne (1809-1897)
Vaihinger, Hans (1852-1933)
Vailati, Giovanni (1863-1909)
Varela [y Morales] Félix (1788-1853)
Varisco, Bernardino (1850-1933)
Varona, Enrique José (1849-1933)
Vaz Ferreira, Carlos (1871-1958)
Veblen, Thornstein (1857-1929)
Venn, John (1834-1923)
Vera, Augusto (1813-1855)
Verworn, Max (1863-1921)
Vico, Giambattista - (1668-1744)
Vischer, Friedrich Theodor (1807-1887)
Vogt, Karl (1817-1895)
Volkelt, Johannes (1848-1930)
Voltaire (François Arouet) - (1694-1778)
Wahle, Richard (1857-1935)
Waitz, Theodor (1821-1864)
Wallace, Alfred Russel (1823-1913)
Wallace, William (1844-1897)
Ward, James (1843-1925)
Weber, Max - (1864-1920)
Weil, Simone - (1909-1943)
Whewell, William (1794-1866)
Weisse, Christian Hermann (1801-1866)
Westermarck, Edward Alexander (1862-1939)
Whitehead, Alfred North - (1861-1947)
Wille, Bruno (1860-1928)
Willy, Rudolf (1855-1918)
Wilson, John Cook (1849-1915)
Windelband, Wilhelm (1848-1915)
Witasek, Stephan (1870-1915)
Wittgenstein, Ludwig - (1889-1951)
Wolstonecrafty, Mary - (1759-1797)
Woodbridge, Frederick James Eugene (1867-1940)
Wright, Chauncey (1830-1875)
Wronski, Josef Marya Hoené (1778-1853)
Wulf, Maurice de (1867-1947)
Wundt, Wilhelm (1832-1920)
Wundt, Wilhelm (1832-1920)
Xenofonte (430-355 a.C.)
Xenopol, Alexandru Dimitrie (1847-1920)
Zamboni, Giuseppe (1875-1950)
Zaratustra (628-551 a.C.)
Zeising, Adolf (1810-1876)
Zeller, Eduard (1814-1908)
Zenão de Cício (334-262 a.C.)
Zermelo, Ernst (1871-1953)
Ziegler, Theobald (1846-1918)
Ziehen, Theodor (1862-1950)
Zigliara, Tommaso Maria (1833-1893)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Breve História da Ética
(Fonte: http://afilosofia.no.sapo.pt/etica.htm#1)
1 - Grécia Antiga
1.1 - Sofistas. Defendem o relativismo de todos os valores. Alguns sofistas, como Cálicles ou Trasimaco afirmam que o valor supremo de qualquer cidadão era atingir o prazer supremo. O máximo prazer pressupunha o domínio do poder político. Ora este só estava ao alcance dos mais fortes, corajosos e hábeis no uso da palavra. A maioria eram fracos ou inábeis, pelo que estavam condenados a serem dominados pelos mais fortes.
1.2 - Sócrates (470-399 a.C). Defende o carácter eterno de certos valores como o Bem, Virtude, Justiça, Saber. O valor supremo da vida é atingir a perfeição e tudo deve ser feito em função deste ideal, o qual só pode ser obtido através do saber. Na vida privada ou na vida pública, todos tinham a obrigação de se aperfeiçoarem fazendo o Bem, sendo justos. O homem sábio só pode fazer o bem, sendo as injustiças próprias dos ignorantes (Intelectualismo Moral).
1.3 - Platão (427-347 a.C.). Defende o valor supremo do Bem. O ideal que todos os homens livres deveriam tentar atingir. Para isto acontecesse deveriam ser reunidas, pelo menos duas condições: 1. Os homens deviam seguir apenas a razão desprezando os instintos ou as paixões; 2. A sociedade devia de ser reorganizada, sendo o poder confiado aos sábios, de modo a evitar que as almas fossem corrompidas pela maioria, composta por homens ignorantes e dominados pelos instintos ou paixões.
1.4 - Aristóteles (384-322 a.C.). Defende o valor supremo da felicidade.A finalidade de todo o homem é ser feliz. Para que isto aconteça é necessário que cada um siga a sua própria natureza, evite os excessos, seguindo sempre a via do "meio termo" (Justa Medida). Ninguém consegue todavia ser feliz sózinho. Aristóteles, à semelhança de Platão coloca a questão da necessidade de reorganizar a sociedade de modo a proporcionar que cada um do seus membros possa ser feliz na sua respectiva condição. Ética e política acabam sempre por estar unidas.
2 - Mundo Helenístico e Romano
Com o domínio da Grécia por Alexandre Magno, e os Impérios que lhe seguiram, altera-se os contextos em que o homem vive.
As cidades-Estados são substituídas por vastos Impérios constituídos por uma multiplicidade de povos e de culturas. Os cidadãos sentem que vivem numa sociedade na qual as questões políticas são sentidas como algo muito distantes das suas preocupações. As teorias éticas são nitidamente individualistas, limitando-se em geral a apresentar um conjunto de recomendações (máximas ) sobre a forma mais agradável de viver a vida.
A relação do homem com a cidade é substituída pela sua relação privilegiada com o cosmos. Viver em harmonia com ele é a suprema das sabedorias.
2.1 - Epicuristas (Epicuro, Lucrécio ). O objectivo da vida do sábio é atingir máximo de prazer, mas para que isso seja possível ele deve apartar-se do mundo. Atingir a imperturbabilidade do espírito e a tranquilidade do corpo.
2.2 - Cínicos (Antistenes, Diógenes ). O objectivo da vida do sábio é viver de acordo com a natureza. Afastando-se de tudo aquilo provoca ilusões e sofrimentos: convenções sociais, preconceitos, usos e costumes sociais, etc. Cada um deve viver deforma simples e despojada.
2.3 - Estóicos (Zenão de Cítio, Séneca e Marco Aurélio). O homem é um simples elemento do Cosmos, cujas leis determinam o nosso destino. O sábio vive em harmonia com a natureza, cultiva o autodomínio, evitando as paixões e os desejos, em suma, tudo aquilo que pode provocar sofrimento.
2.4 - Cépticos (Pirro, Sexto Empírio).Defendem que nada sabemos, pelo nada podemos afirmar com certeza. Face a este posição de príncípio a felicidade só pode ser obtida través do alheamento do que se passa á nossa volta, cultivando o equilíbrio interior.
3 - Idade Média
O longo período que se estende entre o século IV e o século XV, é marcado pelo predomínio absoluto da moral cristã. Deus é identificado com o Bem, Justiça e Verdade. É o modelo que todos os homens deviam procurar seguir. Neste contexto dificilmente se concebe a existência de teorias éticas autónomas da doutrina da Igreja Cristã, dado que todas elas de uma forma ou outra teriam que estar de concordo com os seus princípios.
3.1 - Santo Agostinho (354-430). Fundamentou a moral cristão, com elementos filosóficos da filosofia clássica. O objectivo da moral é ajudar os seres humanos a serem felizes, mas a felicidade suprema consiste num encontro amoroso do homem com Deus. Só através pela graça de Deus podemos ser verdadeiramente felizes.
3.4 - St. Tomás Aquino (1225-1274). No essencial concorda com Santo Agostinho, mas procura fundamentar a ética tendo em conta as questões colocadas na antiguidade clássica por Aristóteles.
4 - Idade Moderna
Entre os séculos XVI e XVIII, a sociedade Europeia é varrida por profundas mudanças que alteram completamente as concepções anteriores.
Renascimento. Em Itália a partir do século XIV desenvolve-se um movimento filosófico e artístico que retoma explicitamente ideias da Antiguidade Clássica. O homem ocupa nestas ideias o lugar central (antropocentrismo). Este movimento acaba por ser difundir por toda a Europa a partir do século XVI.
Descobertas Geográficas. A aventura iniciada em 1415 pelos portugueses, teve um profundo impacto na sociedade europeia. Em consequência destas descobertas as concepções sobre a Terra e o Universo tiveram que ser alteradas. Copérnico foi o primeiro a retirar todas as ilações do que estava a acontecer. O universo deixa de ser concebido com um mundo fechado para ser encarado como espaço infinito. A terra, o Sol, mas também o Homem perderam neste processo a sua importância e significado. As descobertas revelaram igualmente a existência de outros povos, culturas, religiões até aí desconhecidas. A realidade tornou-se muitíssimo mais complexa e plural.
Divisões na Igreja. O século XVI é marcado por diversos movimentos de ruptura no cristianismo, que provocam o aparecimento de novas igrejas, cada uma reclamando para si a interpretação mais correcta da palavra divina. Não admira que este período seja marcado numerosos e sangrentos conflitos religiosos. O resultado global foi o aumento da descrença, o desenvolvimento do ateísmo.
Ciência Moderna. O grande critério do conhecimento deixas de ser a tradição, a autoridade e passa a ser a experiência.Facto que coloca radicalmente em causa crenças milenares.
É em resultado destes e muitos outros factores, que assistimos ao longo de toda a Idade Moderna ao desenvolvimento do Individualismo e a afirmação da razão humana. O grande sinal desta mudança foi a multiplicação das teorias éticas, muitas das quais em contradição com os fundamentos do próprio cristianismo.
4.1 - Descartes (1596-1650). Este filósofo simboliza toda a fé que a Idade Moderna depositiva na razão humana. Só ela nos permitiria construir um conhecimento absoluto. Em termos morais mostrou-se todavia muito cauteloso. Neste caso reconheceu que seria impossível estabelecer princípios seguros para a acção humana. Limitou-se a recomendar uma moral provisória de tendência estóica: O seu único princípio ético consistia em seguir as normas e os costumes morais que visse a maioria seguir, evitando deste modo rupturas ou conflitos.
4.2 - John Locke (1632-1704). Este filósofo parte do princípio que todos os homens nascem com os mesmos direitos (Direito á Liberdade, à Propriedade, à Vida). A sociedade foi constituída, através de um contrato social, que visava garantir e reforçar estes mesmos direitos. Neste sentido, as relações entre os homens devem ser pautadas pelo seu escrupuloso respeito.
4.3 - David Hume (1711-1778). Defende que as nossas acções são em geral motivadas pelas paixões. Os dois princípios éticos fundamentais são a utilidade e a simpatia.
Ilustração. Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), concebe o homem como um ser bom por natureza (mito do "bom selvagem) e atribui a causa de todos os males à sociedade e à moral que o corromperam. O Homem sábio é aquele que segue a natureza e despreza as convenções sociais. A natureza é entendida como algo harmonioso e racional.
5 - Idade Contemporânea
Se quisermos estabelecer um começo para a Idade Contemporânea, temos recuar até aos finais do século XVIII. O que então se iniciou na Europa veio a contribuir de forma decisiva para formar o mundo em que vivemos.
Revoluções. A Revolução Francesa (1789) marcou uma ruptura deliberada e radical com o passado. Depois dela muitas outras ocorreram até aos nossos dias com idênticos propósitos. Quase sempre foram iniciadas em nome da libertação do povo da opressão (ditaduras, regimes colonialistas, etc). Prometeram criar novas sociedades e homens, mas o que produziram foi frequentemente novas matanças.
Guerras Mundiais. A partilha do mundo, a conquista de recursos naturais, o saques de riquezas acumulados foram sempre uma constante ao longo da história da Humanidade. A grande novidade na Idade Contemporânea assentou numa aspectos essencial: a crescente eficiência da barbárie praticada por poderosas máquinas de guerra passaram a operar numa escala cada vez mais global. A França napoleónica, no inicio do século XIX, mostrou o caminho que outros países ou alianças de países haviam de prosseguir na guerra e no saque de povos. A dimensão desta barbárie colocou os causa os fundamentos da racionalidade e moralidade do mundo ocidental.
Progresso científico e tecnológico. A ciência substituiu o lugar que antes era ocupado pela religião na condução dos homens. Os cientistas foram apontados como os novos sacerdotes. O balanço desta substituição continua a ser objecto de enormes polémicas, mas três coisas são hoje evidentes:
a) A ciência e a tecnologia mudaram o mundo possibilitando uma melhoria muito significativa da vida de uma parte significativa da humanidade. Apesar do imenso bem estar por proporcionado, a verdade é que as desigualdades a nível mundial não diminuíram antes se acentuaram. Uns não sabem o que fazer a tanto desperdício, outros lutam diariamente por obter restos que lhes permitam sobreviver.
b) Não parecem existir limites para o desenvolvimento da ciência e da técnica.Aquilo que era antes impensável tornou-se hoje banal: manipulações genéticas, clonagem de seres, inseminação artificial, morte assistida, etc. Valores tidos por sagrados são agora quotidianamente aniquilados por experiências científicas.
c) O progresso humano fez-se mais lentamente que o progresso científico e tecnológico, ou dito de outro modo, o progresso moral não acompanhou o científico. Ao longo de todo o século XX inúmeras foram as figuras do mundo da ciência e da técnica envolvidas em intermináveis de actos de pura bárbarie, em nada se distinguindo dos antigos "selvagens".
O século XIX e XX foi por tudo isto marcado pelo aparecimento de um enorme número de teorias éticas, mas também pela própria crítica dos fundamentos da moral. Esta pluralidade revela igualmente a enorme dificuldade que os homens têm sentido em estabelecer consensos sobre as normas em que devem de assentar as suas relações.
5.1 - Kant (1724-1804). Partindo de uma concepção universalista do homem, afirma que este só age moralmente quando, pela sua livre vontade, determina as suas acções com a intenção de respeitar os princípios que reconheceu como bons. O que o motiva, neste caso, é o puro dever de cumprir aquilo que racionalmente estabeleceu sem considerar as suas consequências. A moral assume assim, um conteúdo puramente formal, isto é, não nos diz o que devemos fazer (conteúdo da acção), mas apenas o princípio (forma) que devemos seguir para que a acção seja considerada boa.
Imperativos da moral kanteana:
"Age de tal forma que trates a humanidade, tanto na tua pessoa como na de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim em si mesmo e nunca simplesmente como um meio".
"Age apenas seguindo as máximas que possas ao mesmo tempo querer como leis universais".
5.2 - Utilitarismo. Jeremy Bentham(1748-1832) e Stuart Mill (1806-1873) desenvolverão uma ética baseada no princípio da utilidade. As acções morais são avaliadas em função das consequências morais que originam para quem as pratica, mas também para quem recai os resultados. Princípio que deve nortear a acção moral: "A máxima felicidade possível para o maior número possível de pessoas". O Bom é aquilo que for útil para o maior número de pessoas, melhorando o bem-estar de todos, e o Mal o seu contrário. Esta concepção deu origem no século XX às éticas pragmatistas.
5.3 - Sartre. A moral é uma criação do próprio homem que se faz a si próprio através das suas escolhas em cada situação. O relativismo é total. Mas este facto não o desculpa de nada. A sua responsabilidade é total dado que ele é livre de agir como bem entender. A escolha é sempre sua. 5.4 - Habermas (1929). Após a 2ª.Guerra Mundial, Habermas surge a defender uma ética baseada no diálogo entre indivíduos em situação de equidade e igualdade. A validade das normas morais depende de acordos livremente discutidos e aceites entre todos os implicados na acção.
5.5 - Hans Jonas (1903-1993). Perante a barbárie quotidiana e a ameaça da destruição do planeta, Hans Jonas, defende uma moral baseada na responsabilidade que todos temos em preservar e transmitir às gerações futuras uma terra onde a vida possa ser vivida com autenticidade. Daí o seu princípio fundamental: "Age de tal modo que os efeitos da tua acção sejam compatíveis com a permanência da vida humana autêntica na terra".
Crítica.Ao longo de todo o século XIX e XX sucederam-se as teorias que denunciaram o carácter repressivo da moral, estando muitas vezes ao serviço das classes dominantes (Karl Marx, 1818-1883) ou dos fracos (Nietzsche,1844-1900).Outros demonstram a falta de sentido dos conceitos éticos, como "Dever", "Bom" e outros (Alfred J.Ayer), postulando o seu abandono por se revelarem pouco científicos. Sigmund Freud (1856-1939) demonstrou o carácter inconsciente de muitas das motivações morais. Um das correntes que maior expressão teve no século XX, foi a que procurou demonstrar que as raízes biológicas da moral, comparando o comportamento dos homens e de outros animais. Aquilo que denominamos por "ética" é apresentado como uma forma camuflada ou racionalizada de instintos básicos da nossa natureza animal idênticos a outros animais. Novas Problemáticas . As profundas transformações sociais, culturais e científicas das nossas sociedades colocaram novos problemas éticos, nomeadamente em domínios como a tecnociência (clonagem, manipulação genética, eutanásia,etc), ecologia, comunicação de massas, etc.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Gripe A
1 - Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.
2 - Porque o álcool é útil?
Torna o vírus inativo e o mata.
3 - Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4 - É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5 - Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6 - Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7 - Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8 - De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9 - O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10 - Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11 - A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada
12 - O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13 - Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14 - Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15 - Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
17 - O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18 - Qual é a população que está atacando este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.
19 - É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20 - Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21 - Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22 - Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23 - O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24 - Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25 - Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.
26 - Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27 - O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28 - Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29 - Serve para algo tomar antivirais antes dos síntomas?
Não serve para nada.
30 - As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.
31 - Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.
32 - O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33 - O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.
34 - O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.
35 - Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36 - Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37 - O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38 - Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.
39 - As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40 - Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41 - Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tosam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42 - Pode-se comer carne de porco?
SIM pode e não há nenhum risco de contágio.
43 - Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Tendências Pedagógicas no Brasil
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
COMPRESSÃO DA HISTÓRIA DO UNIVERSO EM UM ANO TERRESTRE
TEMPO REAL____________TEMPO COMPRIMIDO
20 bilhões/anos___________1 ano
1,67 bilhão/anos___________1 mês
1 bilhão/anos_____________18 dias e 6 horas
55,55 milhões/anos_________1 dia
2,31 milhões/anos__________1 hora
1 milhão/anos_____________26 minutos 17segundos
38580 anos______________1 minuto
1000 anos_______________1 segundo 58 centésimos
643 anos________________1 segundo
100 anos________________106 centésimos de segundo
DIA E HORA_________________FATO
1 jan. (0:00h)_________________Criação do universo
8 maio______________________Via Láctea
1 out_______________________Terra
29 out______________________Vida
21 dez______________________Peixes
24 dez______________________Anfíbios
26 dez______________________Répteis
28 dez. (8h)___________________Mamíferos
28 dez. (18h)__________________Aves
31 dez.(17h27min)______________Ramapithecus
31 dez.(22h7min)_______________Australopithecus afarensis
31 dez.(22h41min)______________Australopithecus africanus
31 dez.(23h7min)_______________Homo habilis
31 dez.(23h27min)______________Homo erectus
31 dez.(23h55min)______________Homo sapiens neanderthalensis
31 dez.(23h58min)______________Homo sapiens sapiens
31 dez.(23h59min e 13 segundos)____Homem na América
31 dez.(23h59min e 54 segundos)____Abraão
31 dez.( 23h59min e 56,9 segundos)___Jesus Cristo
31 dez.(23h59min e 58,9 segundos)___Francisco de Assis
31 dez.(23h59min e 59,2 segundos)___Descobrimento do Brasil
31 dez.(23h59min e 59,69 segundos)__Revolução Francesa
31 dez.(23h59min e 59,74 segundos)__Independência do Brasil
31 dez.(23h59min e 59,80 segundos)__Darwin e a “Origem das espécies”
31 dez.(23h59min e 59,85 segundos)__Proclamação da República no Brasil
31 dez.(23h59min e 59,92 segundos)__Revolução Russa
31 dez.(23h59min e 59,96 segundos)__Brasília
31 dez.(24h)___________________Hoje
Linha do tempo
História da humanidade.
13.700.000.000 (Alguns falam em 15 ou 20 bilhões de anos atrás) Surge o universo.
5.000.000 Australopithecus (Macaco do sul).
2.000.000 Homo habilis.
150.000 Surge o homo sapiens.
35.000 Manifestações culturais do homem: linguagem, pintura e escultura.
4000 O homem se fixa territorialmente.
3400 Primeiro sistema escrito, pelos sumérios, no sul da Mesopotâmia (região entre os rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio).
2700 Início da construção de pirâmides no Egito.
2500 Comércio marítimo entre Egito e Biblos (atual Líbano). Surgimento das primeiras cidades na China.
2300 Império Acádio unifica cidades-estado da Mesopotâmia.
1500 Expansão do Império Egípcio até o Oriente Médio. Início do uso de metal e cobre no Peru. População mundial estimada em 28 milhões.
1200 Decadência do império egípcio. Surgimento da civilização olmeca no México.
1000 Fenícios desenvolvem o comércio marítimo, no Mediterrâneo oriental. David torna-se rei de Israel, com Jerusalém como capital. População mundial estimada em 70 milhões.
930 Primeiros textos hebraicos (salmos, eclesiastes). Primeira versão do épico hindu Mahabharata.
850 Surgimento dos poemas épicos Ilíada e Odisséia, atribuídas a Homero.
814 Data legendária da fundação da cidade de Cartago pelos fenícios.
776 Primeiros jogos olímpicos.
753 Legendária fundação de Roma.
594 Sólon começa as reformas da lei ateniense.
586 Chaldean Nebuchadnezzar (Nabucodonosor 2°) invade Jerusalém; israelitas são levados para o cativeiro da Babilônia. Gregos colonizam a Espanha.
539 Israelitas retornam do cativeiro da Babilônia.
509 Proclamação da República Romana. Império persa atinge a Índia. Pregação de Sidarta Gautama (Buda).
508 Clístenes proclama a constituição democrática ateninense.
499 Heráclito dá início à filosofia grega.
490 Pensamento de Confúcio começa a se propagar na China.
472 Atenas lidera a Liga de Delos.
450 Roma se expande pelo Lácio e ameaça os etruscos. Império persa em declínio
443 Péricles passa a governar Atenas. Heródoto escreve História. Invenção do calendário solar na China.
431 Início da Guerra do Peloponeso (Atenas vs. Esparta). Demócrito cria a teoria atômica.
405 Fim da Guerra do Peloponeso, com a vitória de Esparta.
399 Sócrates é condenado à morte, em Atenas.
371 Tebas derrota Esparta e domina a Grécia. Roma domina o Lácio, construindo estradas e aquedutos. Hipócrates desenvolve a medicina.
336 Início do reinado de Alexandre, o Grande (Macedônia).
334 Alexandre torna-se senhor do império persa; seus domínios se estendem até a Índia.
323 Morte de Alexandre e desintegração do seu império.
284 Inauguração da Biblioteca de Alexandria (norte do Egito), com 100 mil volumes. Invenção da catapulta como arma de guerra.
280 Surgimento da cultura maia na Guatemala.
264 Início das Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago.
210 Começa a construção da Grande Muralha da China.
146 Fim das Guerras Púnicas e consolidação de Roma sobre o Mediterrâneo ocidental.Budismo se espalha pelo sudeste asiático.
133 Caio e Tibério Graco iniciam reformas em Roma.
73 Spartacus lidera revolta de escravos contra Roma.
63 Liderados por Pompeu, romanos dominam a Síria e a Palestina.
45 César torna-se ditador romano.
44 César é assassinado.
31 Antônio e Cleópatra se suicidam. Otaviano torna-se o único governador de Roma.
27 Otaviano aceita o título de Augusto, marcando o início do Império Romano.
19 Romanos conquistam a Península Ibérica e criam três províncias, entre elas a Lusitânia, atual Portugal.
6 Nasce Jesus de Nazaré.
1 Começa a era depois de Cristo, exatamente à meia-noite de 31 de dezembro de 1 a.C. População mundial chega a aproximadamente 170 milhões.
14 Morte de Augusto.Tibério torna-se imperador, ficando no poder até 37. Ovídio escreve Metamorfose.
27 Jesus é batizado.
30 Jesus é crucificado.
37 Calígula torna-se imperador.
54 Império Romano sob Nero.
64 Cristãos são acusados e martirizados pelo incêndio de Roma.
70 Início da diáspora judaica após destruição do templo em Jerusalém. Surge o primeiro evangelho (S. Mateus).
75 Começa a construção do coliseu romano. Provável data da invenção, na China, do papel.
79 Erupção do vulcão Vesúvio destrói a cidade de Pompéia, na Itália.
98 Auge da expansão territorial romana. Cristianismo também se espalha.
100 População mundial: 180 milhões.
132 Surgimento da cultura Teotihuacán, no México.
200 População mundial: 190 milhões.
212 Cidadania é estendida a todos os homens livres do Império Romano.
235 Começo do declínio do Imperio Romano.
284 Princípio da civilização maia clássica.
300 População mundial em torno de 190 milhões.
306 Constantino torna-se imperador.
313 Edito de Milão legaliza o Cristianismo no Império Romano.
320 Início do império Gupta na Índia.
324 Bizâncio é reconstruída por Constantino.
326 Constantino declara domingo como dia sagrado para os católicos.
330 Renomeado de Constantinopla, Bizâncio torna-se capital do Império Romano.
378 Visigodos derrotam o exército romano.
391 Teodósio 1° proibe cultos pagães.
395 O Império Romano é dividido em dois, Ocidental e Oriental.
400 Agostinho publica Confissões. População mundial continua estável, em torno de 190 milhões.
410 Visigodos saqueiam Roma.
434 Átila torna-se o rei dos Hunos.
476 Deposição de Rômulo marca o fim do Império Romano. Começa a Idade Média.
500 Os bretões, sob a liderança do legendário rei Artur, derrotam os saxões, retardando o avanço destes sobre a Bretanha.População mundial em torno de 195 milhões.
525 Budismo, agora misturado ao taoísmo, alcança grande popularidade na China.
527 Justiniano, imperador bizantino, tenta restaurar a parte ocidental do Império Romano.
533 Começa o atual sistema de datas, iniciado por Dionysius Exiguus, fixando o ano de Cristo erroneamente.
537 A Hagia Sophia, catedral em Constatinopla, tem sua construção concluída.
550 Ataque huno encerra Império Gupta, na Índia.
570 Nascimento de Maomé (Muhammad).
600 População mundial: aproximadamente 200 milhões.
607 Unificação do Tibete, que se torna o centro da religião budista.
622 Auge do Império Maia, no México.
632 Maomé morre.
637 Jerusalém é conquistada por tropas muçulmanas.
641 Biblioteca da Alexandria é destruída pelos árabes.
680 Divisões internas no Islamismo criam os xiitas e os sunitas.
700 População mundial estimada em cerca de 210 milhões. Data aproximada em que os chineses inventaram a pólvora.
711 Árabes mulçumanos ocupam a Espanha.
732Carlos Martel derrota os árabes na batalha de Tours. Estabelecimento do reino de Gana, na África ocidental.
751 Pepino 3° encerra a dinastia Merovíngia e inicia a Carolíngia. Córdoba torna-se o centro da cultura muçulmana na Espanha.
768 Carlos Magno torna-se rei dos francos.
800 Carlos Magno é coroado em Roma pelo papa Leão III. População mundial: 220 milhões.
827 Árabes conquistam Sicília e Creta, derrotando os bizantinos.
833 Criação de um observatório em Bagdá.
870 Desenvolvimento da arquitetura romanesca na Europa.
885 Paris é cercada pelos vikings.
896 Declínio da civilização maia e ascensão da cultura tolteca.
900 População mundial: 240 milhões.
907 Fim da dinastia Tang na China leva à dissolvição do império.
925 Athelstan torna-se o primeiro rei de toda a Inglaterra. Pedra passa a ser usada no lugar de madeira em construções na Europa ocidental.
930 Islândia torna-se uma república, estabelecendo a mais velha assembléia legislativa da Europa.
936 Budismo se espalha na Coréia.
960 Início da dinastia Sung na China.
969 Fatimidas passam a dominar arábia ocidental, Egito e Síria. Primeiros jogos de cartas surgem na China.
986 Vikings estabelecem colônias na Groenlândia.
1000 População mundial: 265 milhões.
1016 Auge do Império Bizantino.
1054 Cisma da Igreja Católica.
1073 Papa Gregorio 7 ° é eleito.
1090 Relógio mecânico movido à água é inventado na China.
1095 Papa Urbano 2° convoca cruzada para reconquistar lugares sagrados.
1099 Cruzados conquistam Jerusalém. Auge do sistema feudal na Europa.
1100 População mundial: 270 milhões.
1138 Princípios da arquitetura gótica.
1150 Templo Khmer, Angkor Wat, é erguido no Camboja. Declínio dos toltecas no México.
1166 Astecas entram no México.
1167 Fundação da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
1170 Fundação da Universidade de Paris. Começa a música polifônica.
1193 Budismo Zen no Japão.
1200 Civilização inca se desenvolve, baseada na cidade de Cuzco.
1209 Fundação da Universidade de Cambridge. Criação da ordem franciscana.
1213 Genghis Khan dá início ao Império Mongol.
1215 Religião muçulmana chega ao sudeste asiático e a África.
1235 Início do Império Mali na África ocidental.
1236 Reino de Castela conquista Córdoba.
1261 Bizâncio reconquista Constantinopla.
1271 Marco Polo dá início à viagem a China.
1300 Surgimento de novo Império Maia em Yucatán. População mundial: 360 milhões.
1307 Início do reino do Benin no sul da Nigéria (África ocidental).
1309 Dante começa a escrever A Divina Comédia.
1328 Reconhecimento da independência escocesa.
1337 Começa a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra.
1347 Peste Negra chega à Europa.
1353 Turcos otomanos invadem a Europa.
1368 Fundação da dinastia Ming na China.
1400 População mundial: 350 milhões. Balé começa nas cortes renascentistas italianas.
1405 Mongol Tamerlane conclui a conquista da Pérsia, Síria e Egito.
1410 Início da pintura a óleo.
1413 Início das viagens marítimas portuguesas.
1420 Portugueses descobrem a ilha da Madeira.
1431 Joana d'Arc é queimada na França.
1432 Portugal chega ao arquipélago de Açores.
1434 Donatello pinta David.
1440 Começa a ser escrito As Mil e Uma Noites, em árabe.
1453 Turcos otomanos conquistam Constantinopla, marcando o fim da Idade Média. Termina a Guerra dos Cem Anos e começa, na Inglaterra, a Guerra das Rosas.
1455 Impressão da bíblia de Gutenberg.
1469 Fernando de Aragão e Isabel de Castela se casam, começando o processo de unificação da Espanha.
1478 Começa a Inquisição espanhola.
1492Árabes e judeus expulsos da Espanha. Cristóvão Colombo chega à América.
1494 Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas.
1498 Vasco da Gama atravessa o Cabo da Boa Esperança, na atual África do Sul.
1500População mundial: 400 milhões. Cabral chega ao Brasil.
1503 Leonardo da Vinci pinta Mona Lisa. Franceses chegam às costas brasileiras.
1508-12 Michelângelo pinta a Capela Sistina.
1509 O relógio é inventado em Nuremberg, na atual Alemanha.
1517 Começo da Reforma religiosa na Alemanha.
1519 Magellan cruza o Oceano Pacífico.
1521 Hernán Cortés conquista os astecas, no México.
1531 Expedição Martim Afonso de Souza marca o início da colonização.
1532 Fundação de São Vicente, primeira vila brasileira.
1533 Francisco Pizarro derrota o Império Inca, no Peru.
1534 Fundação da ordem dos jesuítas. Criação das quatorze capitanias hereditárias no Brasil, por D. João III.
1538 Primeiros escravos africanos chegam ao Brasil.
1542 Portugueses aportam no Japão.
1543 Nicolau Copérnico conclui a obra De Revolutionibus Orbium.
1545 Começa o Concílio de Trento.
1549 Chega ao Brasil o primeiro Governador-Geral, Tomé de Souza. Fundação de Salvador.
1551 Fundação da Universidade de Lima, a primeira na América.
1554 Fundação de São Paulo.
1558 Elizabeth 1a. se torna rainha da Inglaterra, governando até 1603.
1559 Tabaco é introduzido na Europa.
1565 Fundação do Rio de Janeiro.
1570 D. Sebastião concede liberdade aos índios.
1572 Camões publica o clássico Os Lusíadas.
1577 D. Sebastião desaparece na batalha de Alcácer-Quebir, no norte da África.
1580 Espanha ocupa Portugal (união das coroas ibéricas).
1583 Invenção do microscópio e do termômetro.
1594 William Shakespeare escreve Romeu e Julieta.
1603 Shakespeare escreve Hamlet.
1607 Virgínia, na América do Norte, é colonizada pelos ingleses.
1608 Franceses iniciam o povoamento de Quebéc (Canadá).
1609 Galileu inventa o telescópio.
1612 Franceses fundam São Luís, no Maranhão.
1614 Antônio Vieira chega ao Brasil.
1615 Cervantes publica Dom Quixote. Franceses expulsos do Maranhão.
1618 Guerra dos Trinta Anos começa na Europa.
1620 Navio Mayflower chega a Cape Cod, em Massachusetts, nordeste dos EUA.
1629 Bandeira de Raposo Tavares e Manuel Preto destrói missões jesuíticas no Paraná.
1630 Início do Quilombo dos Palmares. Holandeses ocupam Pernambuco.
1637 Descartes publica Discurso sobre o Método, marco da filosofia moderna. Maurício de Nassau chega ao Brasil.
1640 Portugal volta a se tornar independente da Espanha.
1643 Luís XIV chega ao poder na França.
1648 Primeira batalha dos Guararapes, contra os holandeses.
1649 Termina a construção do Taj Mahal, na Índia.
1651 Thomas Hobbes escreve Leviatã.
1654 Expulsão definitiva dos holandeses.
1656 Diego Velásquez pinta As Meninas.
1664 Molière escreve Tartufo.
1670 Concluída a construção do Palácio de Versalhes, na França.
1674 Bandeira de Fernão Dias Pais a Minas Gerais.
1680 Fundação pelos portugueses da Colônia de Sacramento, no Uruguai.
1687 Newton publica a lei da gravidade.
1688 Revolução Gloriosa irrompe na Inglaterra.
1695 Destruição de Palmares e morte de seu líder, Zumbi.
1698 Savery inventa o motor a vapor.
1707 Guerra dos Emboabas (Brasil).
1709 Surge o primeiro piano, na Itália.
1710 Guerra dos Mascates em Pernambuco.
1711 Criação da Capitania de Minas Gerais, separada de São Paulo.
1720 China conquista o Tibete.
1729 J.S. Bach compõe A Paixão Segundo São Mateus.
1741 Bering chega ao Alasca.
1742 Celsius desenvolve a escala em centígrados.
1750 Música sinfônica começa a se difundir pela Europa. Tratado de Madri. Marquês de Pombal torna-se secretário de estado.
1751 Diderot publica o primeiro volume de sua Enciclopédia.
1755 Terremoto destrói Lisboa.
1756 Começa a Guerra dos Sete Anos.
1757 Escola fisiocrata na França inicia a teoria econômica moderna.
1759 Britânicos conquistam a colônia francesa do Quebec. Expulsão dos jesuítas do Brasil. Voltaire publica Cândido.
1762 Rousseau lança Contrato Social, clássico do iluminismo.
1764 Mozart escreve a sua primeira sinfonia, aos 8 anos de idade.
1766 Cavendish isola o hidrogênio.
1774 Luís XVI chega ao poder na França. Goethe escreve Werther, clássico da literatura romântica. Priestley descobre o hidrogênio.
1775 Começa a Guerra da Independência nos EUA. Jenner descobre o princípio da vacinação.
1776 Adam Smith publica Pesquisa sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações.Assinada a Declaração de Independência, nos EUA.
1777 Cresce a indústria têxtil na Inglaterra.
1781 Kant publica Crítica da Razão Pura.
1783 Fim da Guerra da Independência. Irmãos Montgolfier realizam o primeiro "vôo humano", num balão de ar quente.Cavendish identifica a composição da água.
1787 Constituição norte-americana é assinada.
1789 Revolução Francesa: fim da Idade Moderna e início da Contemporânea. George Washington torna-se o primeiro presidente norte-americano. Lavoisier começa a química moderna Inconfidência Mineira.
1791 Revolta escrava no Haiti, sob o comando de Toussaint L'Ouverture. Thomas Paine publica Os Direitos do Homem.
1792 Proclamação da República Francesa. Julgamento dos inconfidentes e execução de Tiradentes.
1793 Começa o Regime do Terror na França.
1798 Conjura baiana estoura em Salvador.
1799 Napoleão assume o poder.
1800 Alessandro Volta fabrica a primeira bateria. População mundial estimada em 900 milhões.
1801 Thomas Jefferson é eleito presidente, nos EUA.
1803 Inglaterra declara guerra contra a França de Napoleão. Jefferson compra da França o território da Louisiana, duplicando o tamanho dos EUA.
1804 Haiti torna-se o segundo país independente da América.
1805 Batalha de Trafalgar, com vitória da esquadra inglesa.
1806 França declara o Bloqueio Continental contra a Inglaterra, mas Portugal não adere.
1808 Começam os movimentos de independência nas colônias espanholas sul-americanas.Corte portuguesa chega ao Brasil fugindo de Napoleão; abertura dos portos brasileiros. No exílio em Londres, Hipólito da Costa publica o "Correio Brasiliense", primeiro jornal brasileiro.
1810 Goya começa a pintar Os Desastres da Guerra, retratando a ocupação napoleônica na Espanha.
1811 Paraguai e Venezuela tornam-se independentes.
1812 EUA declaram guerra à Inglaterra.
1814 Napoleão abdica do poder. Stephenson inventa a locomotiva a vapor.
1815 Napoleão retorna, mas sofre derrota definitiva em Waterloo. Brasil torna-se Reino Unido a Portugal e Algarves.
1816 Argentina declara independência.
1817 Estoura a Revolução Pernambucana.
1818 Mary Shelley publica Frankenstein.
1820 Primeira iluminação urbana, em Londres.
1821 México torna-se independente. Hegel publica Fundamentos da Filosofia do Direito.
1822 Independência do Brasil.
1823 EUA declaram a Doutrina Monroe.
1824 Peru independente. Beethoven compõe a Nona Sinfonia. Promulgada a 1a. Constituição brasileira.
1825 Guerra entre Brasil e Argentina pela província Cisplatina (Uruguai).
1830 Revolução liberal na França.
1831 D. Pedro 1° abdica do trono.
1835 A Guerra dos Farrapos irrompe no Rio Grande do Sul, contra o governo federal. Revolta dos malês na Bahia.
1840 Começam as Guerras do Ópio na China.
1843 D. Pedro II assume o poder moderador.
1846 Início da guerra entre México e EUA. Anestesia é usada pela primeira vez em hospital.
1848 Revoluções se alastram na Europa. Marx e Engels publicam O Manifesto Comunista.
1850 Lei Eusébio de Queiroz extingue o tráfico de escravos.
1857 José de Alencar publica O Guarani.
1859 Charles Darwin publica A Origem das Espécies. Primeiro poço de petróleo é perfurado, nos EUA.
1861 Começa a Guerra da Secessão nos EUA.
1862 Abraham Lincoln liberta os escravos.
1864 Paraguai declara guerra ao Brasil. Lincoln é assassinado.
1867 Início da era Meiji no Japão.
1870 Fim da Guerra do Paraguai. Carlos Gomes compõe O Guarani.
1872 Primeiro recenseamento no Brasil.
1876 Alexander Graham Bell inventa o telefone.
1877 Thomas Edison inventa o microfone e o fonógrafo.
1880 Rodin esculpe O Pensador.
1884 Ceará (março) e Amazonas (julho) extinguem a escravidão.
1885 Gottlieb Daimler produzem o primeiro carro movido a gasolina.
1886 Pemberton, farmacêutico norte-americano, inventa a coca-cola.
1888 Lei Áurea abole a escravidão, no dia 13 de maio.
1889 Proclamação da República, em 15 de novembro.
1891 Promulgada a Constituição dos Estados Unidos do Brasil.
1895 Röentgen descobre o raio-X. Irmãos Lumière constroem o primeiro aparelho cinematográfico. Criação do Prêmio Nobel da Paz.
1896 Primeiros Jogos Olímpicos modernos, em Atenas Marconi inventa o telégrafo sem fio.
1897 Destruição de Canudos.
1898 Guerra entre EUA e Espanha.
1899 Machado de Assis publica sua obra-prima, Dom Casmurro.
1900 População mundial: 1.550.000.
1904 Vacinação obrigatória gera distúrbios no Rio de Janeiro.
1905 Einstein anuncia a Teoria da Relatividade.
1906 Santos Dumont voa com o 14 Bis.
1907 Auguste Lumière inventa a fotografia colorida. Picasso e Braque inventam o cubismo.
1909 Marinetti publica o Manifesto Futurista.
1910Revolução Mexicana. Revolta da Chibata eclode no Rio.
1913 Ford desenvolve a linha de produção nas suas fábricas.
1914 Começa a Primeira Guerra Mundial, na Europa.
1915 Griffith filma O Nascimento de Uma Nação, primeiro longa-metragem com características modernas.
1917 Começa a Revolução Russa. Greve operária pára São Paulo.
1918 Fim da Primeira Guerra Mundial, com a derrota da Alemanha e seus aliados.
1919 Assinatura do Tratado de Versalhes. Fundação das Ligas das Nações.
1922 Mussolini chega ao poder na Itália.Realização da Semana de Arte Moderna em São Paulo.
1924 São Paulo sofre bombardeamento aéreo durante a revolta tenentista de 1924. Começa a Coluna Prestes.
1926 Hirohito torna-se imperador do Japão.
1927 Lindenberg realiza a primeira travessia áerea do Atlântico. Getúlio Vargas é eleito presidente do Rio Grande do Sul.
1928 Stálin assume o poder na União Soviética.
1929 Quebra da Bolsa de Nova York.
1930 Revolução de 1930 marca o início da Era Vargas.
1932 Franklin Roosevelt torna-se presidente dos EUA. Início da Guerra do Chaco, entre Paraguai e Bolívia. Salazar torna-se presidente do Conselho em Portugal. Revolta Constitucionalista, em São Paulo.
1933 New Deal tem início nos EUA. Hitler torna-se o 1° ministro alemão.
1936 Guerra Civil Espanhola. Roosevelt é reeleito. Primeira transmissão televisiva, na Inglaterra.
1937 Japoneses ocupam Pequim, Xangai e Nanquim. Picasso pinta Guernica. Instalação do Estado Novo.
1939 Hitler invade a Polônia: começa a Segunda Guerra Mundial.
1940 Paris é ocupada pelos alemães.
1941 Ataque japonês a Pearl Harbour precipita a entrada dos EUA na Guerra.
1942 Brasil entra na Segunda Guerra.
1944 Desembarque aliado na Normandia (Dia D).
1945 Morte de Roosevelt coloca Truman na presidência. Fim da guerra na Europa, em 8 de maio. EUA explodem bombas atômicas no Japão. Capitulação do Japão, no dia 15 de agosto.Vargas renuncia à presidência.
1946 Péron é eleito na Argentina.
1947 EUA lançam o Plano Marshall. Independência da Índia e Paquistão.
1948 Criação do Estado de Israel.
1949 Soviéticos explodem sua primeira bomba atômica. China torna-se comunista. Simone de Beauvoir lança O Segundo Sexo. Assinado o Tratado do Atlântico Norte.
1950Começa a Guerra da Coréia. Vargas é eleito presidente.
1951 Primeiro computador comercial, UNIVAC I, é lançados nos EUA.
1954 Vargas comete suicídio.
1955 Começa a Guerra do Vietnã.
1957 União Soviética dá largada à corrida espacial, lançando o Sputnik.
1959 Castro lidera a Revolução Cubana.
1960 Kubitschek inaugura Brasília.
1961 Jânio Quadros renuncia à presidência.
1962 Crise dos mísseis envolve EUA, União Soviética e Cuba.
1963 Kennedy é assassinado nos EUA.
1964 João Goulart é deposto do poder pelos militares.
1966 Começa a Revolução Cultural na China.
1968 Protestos estudantis em vários países.
1969 Homem chega à Lua.
1973 Allende é derrubado por Pinochet no Chile.
1974 Richard Nixon renuncia.
1981 Cientistas isolam o vírus da AIDS.
1983 Internet é criada.
1985 Tancredo Neves morre após eleição.
1989 Queda do muro de Berlim. Collor é eleito presidente.
1991 Fim da União Soviética.
1992 Collor renuncia.
1994 Fernando Henrique Cardoso é eleito presidente.
1999 Cientistas escoceses produzem clone de uma ovelha.
2000 Bug do ano 2000.

